Sumário

Se você quer diversificar seus investimentos e busca mais rentabilidade na hora de investir, está na hora de montar uma carteira de ações.  

E é exatamente isso que vamos ensinar neste e-book. Após a leitura, você saberá por que e como diversificar os ativos, como adequar o seu perfil à estratégia da carteira e quais caminhos e técnicas podem ajudar a tomar as melhores decisões para a construção do seu portfólio.  

Lembre-se, conhecimento e informação são peças-chave que devem ser acumuladas, assim como o nosso patrimônio.


Boa leitura!

Como montar uma
carteira de ações

O que é uma carteira de ações?

Por que diversificar suas ações?

Pense no prazo

Quanto é preciso para montar uma carteira de ações?

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O que é uma carteira de ações?

Capítulo 01

A carteira de ações nada mais é do que uma cesta de investimentos em ações feitos por uma pessoa física ou jurídica. Essa cesta, por sua vez, pode fazer parte de uma determinada carteira de investimentos, ou portfólio, que, além das ações (renda variável), pode ter investimentos na renda fixa (títulos públicos e privados).

Logo, a carteira de ações corresponde apenas a parte dos investimentos de um portfólio, aqueles destinados à compra de fatias de empresas no mercado de ações. Independentemente do seu perfil de investidor, moderado, conservador ou arrojado, uma carteira de investimentos saudável deve ter uma fatia dos recursos destinada a ações, conforme mostraremos nos próximos tópicos.

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Como se tornar um

Agente Autônomo
de Investimentos

Guia definitivo para sair da poupança

Atuação de um Agente Autônomo de Investimentos

Capítulo 02

Por que diversificar suas ações?

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Como se tornar um Agente Autônomo de Investimentos?

A diversificação da carteira de ações é fundamental para diminuir a exposição dos investimentos a riscos, ou seja, quanto mais diversa, menores são as chances de um problema em uma única empresa ou setor comprometer todo o seu patrimônio em ações.

A importância da diversificação e os impactos para reduzir as perdas financeiras nos investimentos surgiram com os estudiosos das finanças modernas. Em 1952, Harry Markowitz mostrou, via cálculos matemáticos, como a combinação de ativos em uma carteira pode minimizar a possibilidade de perdas e, por sua vez, aumentar as chances de ganhos.

Para Markowitz, uma carteira de investimentos diversificada deve conter entre 15 e 20 ativos. Considerando apenas as carteiras de ações, especialistas recomendam uma diversificação inicial de três a dez papéis, de acordo com o capital inicial do investidor.

O ideal é também nunca alocar mais do que 30% do seu capital em um mesmo segmento econômico. Logo, se você possui uma parcela das ações no segmento de varejo, o recomendado é que a carteira tenha ações de outros segmentos econômicos.

O momento da compra e da saída das ações também deve ser diversificado. Investir e desinvestir lentamente faz com que o resultado financeiro da compra e venda dos ativos represente a média do desenvolvimento da companhia naquele período. As grandes empresas tendem a crescer mais do que o Produto Interno Bruto (PIB) de seus países, portanto, para obter um retorno médio com o investimento, compre e venda ações em doses pequenas e constantes.

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Capítulo 03

Pense no prazo

Quais os custos de um AAI?

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Capítulo 04

Quanto é preciso para montar uma carteira de ações?

A ideia de que é preciso muito dinheiro para investir em ações é um dos maiores mitos do mercado financeiro. Especialistas sugerem que é possível montar uma carteira de ações com investimento inicial entre R$ 1 mil e R$ 5 mil. Obviamente, quanto maior a disponibilidade de recursos, maior será a diversificação, mas tenha em mente que construir uma carteira de ações é um trabalho constante e, por isso, pode ser feito em etapas.

Na B3, as ações são negociadas por lotes de 100 unidades, mas é possível adquirir ações fora dos lotes-padrão, no mercado fracionário: basta adicionar a letra F ao ticker da empresa durante a busca no home broker.

O que é “rebate” e como funciona a remuneração?

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Em quanto tempo você pretende resgatar as suas ações? Um erro comum dos investidores na renda variável é não definir uma estratégia para a carteira de ações. Antes de sair comprando ativos, analise qual o seu objetivo com a carteira, qual a meta com aquele investimento e em quanto tempo pretende atingir isso.

Definir essa estratégia é fundamental para a escolha dos ativos que irão compor a sua carteira. Entenda a importância e a diferença entre os prazos:

Objetivos de curto prazo
Se o seu objetivo precisa ser cumprido em curto prazo, o ideal é buscar por ativos com bastante liquidez de mercado e alta volatilidade. Ou seja, que possam ser vendidos com facilidade quando necessário e que o preço não varie muito ao longo do tempo. É importante ressaltar que as operações de day trade, mesmo sendo de curtíssimo prazo, precisam ser feitas com recursos que não precisem ser utilizados no curto prazo.

  • Ticker do Santander p/ negociação em lote: SANB11;
  • Ticker do Santander p/ negociação fracionada: SANB11F.
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Capítulo 05

Carteira vs. Perfil do Investidor

A sua carteira de ações precisa refletir os seus valores, objetivos financeiros e perfil de risco. Uma carteira desconectada desses três critérios dificilmente poderá colaborar para as suas metas e tornará a jornada dos investimentos penosa.

Por isso, escolha:

Capítulo 06

Diferença entre carteira de ações e carteira recomendada

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A carteira recomendada é, na prática, uma carteira de ações. A única diferença é que ela é elaborada por analistas certificados e credenciados para fazer recomendações de ações. A carteira recomendada é uma sugestão de investimentos temporal, ou seja, é indicada para quem deseja estar exposto ao mercado de ações e, ao mesmo tempo, quer diversificar o seu risco, ao invés de escolher uma única ação.

As carteiras recomendadas são revisadas mensalmente para cumprir o objetivo de rentabilidade esperado, considerando as mudanças e perspectivas do mercado. Na Genial, além da Ibovespa 10+ que tem como objetivo superar a performance do Ibovespa no longo prazo, são oferecidas ainda as carteiras Small Caps 8+, Micro Caps 5+, Dividendos 5+ e Ibovespa 5+, cada uma com ativos e objetivos diferentes, que atendem investidores de todos os perfis.

A decisão sobre investir em uma carteira recomendada irá depender dos seus objetivos e da diversificação total dos investimentos em ações. Você pode, por exemplo, ter parte da sua carteira de ações em uma carteira recomendada e outra investida em ativos escolhidos individualmente.

A principal vantagem das carteiras recomendadas é que você conta com um especialista que seleciona as melhores empresas para você investir. As carteiras recomendadas poupam o trabalho dos investidores que não têm tempo ou habilidade para analisar as empresas. Porém, se preferir, você mesmo pode selecionar as empresas com as quais mais se identifica.

Capítulo 07

Como escolher ações para investir?

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Uma das tarefas que geram mais dúvidas entre os investidores de renda variável é analisar os ativos e identificar boas oportunidades de aplicação. De fato, essa é uma tarefa que exige muito estudo e dedicação. Por isso, aqui, vamos apresentar algumas das técnicas utilizadas por especialistas do mercado financeiro que podem ajudar na escolha de boas ações para a sua carteira.

Existem, basicamente, dois tipos de análises de ações: a fundamentalista e a técnica.

Capítulo 08

Organize os seus investimentos

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É comum investidores se perderem com os ativos com o crescimento do portfólio. Para não passar por isso, o ideal é que você organize as suas aplicações em uma planilha, anotando:

Capítulo 09

Qual o percentual dos investimentos deve ser alocado em ações?

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O quanto dos investimentos será alocado em ações vai variar conforme o perfil e os objetivos financeiros, já que os riscos inerentes ao mercado de ações são maiores do que os encontrados em aplicações de renda fixa, por exemplo. O risco maior, todavia, é também sinônimo de maiores oportunidades de ganho.

Para investidores de perfil mais arrojado, a carteira de ações pode responder pela maior parte dos investimentos (nunca a totalidade). Já para os investidores de perfil conservador, a carteira de ações pode responder pela menor parte dos investimentos. Veja os exemplos abaixo:

Capítulo 10

Gerencie os seus investimentos

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Investir em ações é mais do que comprar uma parte do capital de empresas. Após alocar os recursos, é preciso acompanhar o desempenho dos seus ativos, a saúde financeira das empresas e as decisões dos gestores que estão à frente dessas organizações.

Mais do que nunca, critérios como responsabilidade social, impactos das operações das empresas no meio ambiente e a sua relação com os colaboradores são critérios que os investidores têm avaliado na hora de aplicar em ações.

Dessa forma, não apenas o retorno aos acionistas ou a valorização dos ativos, mas a ampla atuação da companhia deve ser observada constantemente, já que o investidor torna-se sócio daquela empresa no momento da compra de ações.

Se uma organização já não oferece a rentabilidade necessária para os seus objetivos ou se você, como sócio de uma empresa, não aprova a atuação dela em sociedade, reavalie o papel na sua carteira de investimentos. Essa é uma tarefa contínua e necessária a todos aqueles preocupados com a perenidade dos seus portfólios.

Os investidores devem acompanhar também o mercado em que as empresas atuam. Crises em um determinado setor econômico podem derrubar as cotações dos ativos e, logo, diminuir a rentabilidade da carteira. Se você tem ações em um setor em crise ou que passe por dificuldades, e o seu investimento não é de longo prazo, talvez seja válido realizar o desinvestimento e procurar por ativos mais seguros naquele momento.

Capítulo 11

Conclusão

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Construir a sua carteira de investimentos é uma tarefa que, em um primeiro momento, irá demandar muitas horas de dedicação, leituras e análises de informações. Mas a prática também aperfeiçoa o resultado e, nesse caso, a meta é obter uma carteira de investimentos que faça sentido para você, alinhada aos seus valores, objetivos de rentabilidade e que, por fim, o ajude a construir um patrimônio com segurança.

Nunca é demais lembrar que o mercado de ações oferece riscos proporcionais às oportunidades oferecidas, portanto, conhecer as empresas que estão por trás dos papéis, os seus gestores e as suas decisões é fundamental para o investidor que não delega a um fundo essa tarefa e opta por escolher as companhias da qual se tornará sócio.

No Brasil, o mercado de ações ainda é pequeno na comparação com outros países. Quanto mais pessoas interessadas em fazer essa fatia da economia crescer, maior será o impacto na expansão das empresas e, consequentemente, da economia nacional.

Investir é um hábito que, se realizado de maneira longeva, constante e disciplinada, pode lhe garantir a construção e manutenção de um patrimônio que certamente irá colaborar para uma vida mais saudável financeiramente.

Na Genial Investimentos, trabalhamos e nos esforçamos para fazer da sua jornada com os investimentos uma fonte de prazer e aprendizado. Se você ainda não é cliente, não deixe os seus sonhos financeiros para amanhã, abra hoje mesmo uma conta e comece a trilhar um novo caminho para o seu dinheiro!

05

Carteira vs. Perfil do Investidor

06

Diferença entre carteira de ações e carteira recomendada

07

Como escolher ações para investir?

08

Organize os seus investimentos

09

Qual o percentual dos investimentos deve ser alocado em ações?

10

Gerencie os seus investimentos

11

Conclusão

Objetivos de médio prazo
Nas operações de médio prazo, o investidor consegue diversificar melhor no momento da compra, fazendo aportes e resgates ao longo do tempo. Nessa modalidade, uma parcela da carteira de ações pode ser composta por small caps, empresas menores com grande potencial de valorização. A dica com small caps é avaliar com atenção os números da empresa e apostar em setores econômicos em expansão.

Objetivos de longo prazo
Para os investidores que almejam metas longas, o ideal é considerar empresas sólidas em seus setores, boas pagadoras de dividendos e com resultados financeiros positivos. Se possível, reinvista os dividendos recebidos, isso fará o seu patrimônio crescer mais rapidamente graças ao efeito dos juros compostos.

No início de junho de 2020, o papel do banco Santander (SANB11) era negociado em torno de R$ 31/ação. Confira exemplos de compra em lote e fracionada:

Negociação integral (lote de 100 ações)
R$ 31 x 100 = R$ 3.100,00, montante mínimo que você precisaria para comprar ações do banco Santander levando em consideração o preço no início de junho/20.

Negociação no mercado fracionário
R$ 31 x 2 = R$ 62,00, montante necessário para comprar duas ações do banco considerando o preço observado no início de junho/20. Um investimento inicial muito menor e, consequentemente, acessível a um maior número de pessoas

No mercado fracionário é possível negociar qualquer quantidade entre 1 e 99 ações, uma excelente oportunidade para diversificar a sua carteira com poucos recursos e sem precisar recorrer a fundos de ações.

A principal desvantagem desse mercado em relação aos lotes cheios é a liquidez mais baixa das ofertas. Logo, se você pretende fazer um investimento de curto prazo, essa talvez não seja  a melhor opção, já que a oferta de compradores e vendedores no mercado fracionário tende a ser menor.

  • Ações de empresas que você conhece e com as quais se identifica;
  • Ações com resultados financeiros que podem ajudar você a cumprir as metas de rentabilidade da carteira; 
  • Ações que tenham uma volatilidade alinhada com a sua tolerância a riscos.

Olhe para os seus ativos. Se eles não atendem a esses critérios, talvez seja hora de reavaliar o destino do seu dinheiro. A junção dos três requisitos é um dos segredos dos investidores satisfeitos com a própria carteira de ações.

Análise Fundamentalista 
Na análise fundamentalista, o investidor irá avaliar fatores que afetam os negócios da empresa e o mercado em que ela atua, que, nem sempre, dependem da organização. Nessa modalidade, são analisados os resultados financeiros da companhia, a atuação dos gestores, a governança interna, as tendências para o setor em que está inserida e as perspectivas macroeconômicas.

Esse tipo de análise examina os fundamentos que podem indicar a solidez da companhia no longo prazo com foco no valor (não no preço) do ativo e estuda as vantagens - e desvantagens - competitivas das empresas por trás das ações, identificando oportunidades de investimentos.

A metodologia da investigação fundamentalista pode ser compreendida em quatro pontos: avaliação macroeconômica, valuation, avaliação qualitativa e quantitativa. O uso do estudo fundamentalista não impede que os ativos sejam avaliados pela luz da análise técnica. A combinação de técnicas fornece informações diferentes ao investidor, que poderá tomar decisões conscientes em cenários distintos.

Um dos maiores nomes e difusores da análise fundamentalista foi o economista  Benjamin Graham, autor do livro “O investidor inteligente”, e um dos seus mais famosos discípulos é o investidor multibilionário americano Warren Buffet, que aplica e utiliza essa técnica em suas estratégias de investimento. Para Buffet, o investimento em ações deve ser realizado no longo prazo para organizações que estejam subvalorizadas no mercado e, portanto, ofereçam grande potencial de valorização com o passar do tempo.

Análise Técnica
Já a análise técnica é recomendada para avaliações de curto prazo, pois aponta tendências para os preços das ações a partir da observação histórica dos valores e do volume de negociação. Por isso, é a ferramenta mais usada para as operações de day trade.

Em outras palavras, o estudo técnico observa a oferta e a demanda do mercado, considerando que o preço de uma ação resulta dessa interação e que o comportamento dos preços tende a se repetir. Ao identificar padrões de comportamento nas cotações, a pesquisa técnica constata tendências para os preços no curto prazo. Com base nessas informações, o investidor sabe qual o melhor momento para comprar ou vender um ativo.

Entre os principais teóricos da análise técnica estão Charles Dow, um dos fundadores da Dow Jones e do jornal The Wall Street Journal. Seus estudos foram centrais para o desenvolvimento do exame técnico e ficaram conhecidos como a Teoria Dow.

  • Data de aquisição do ativo;
  • Preço pago pela unidade da ação; 
  • Setor em que aquela empresa atua;
  • Rentabilidade acumulada em 12 meses;
  • Pagamento de dividendos, quando houver.

Com essas informações, o investidor poderá avaliar com facilidade se os recursos estão diversificados e se os ativos ajudam ou atrasam o patrimônio e as metas. Existem inúmeras tabelas oferecidas gratuitamente online que podem simplificar a tarefa de ter total controle sobre a sua carteira de investimentos.

Perfil Arrojado:
50% ações
20% renda fixa
20% fundos cambiais (hedge em moeda estrangeira)
10% fundos imobiliários

Perfil Moderado:
30% ações
30% renda fixa
20% fundos imobiliários
20% fundos cambiais (hedge em moeda estrangeira)

Perfil Conservador:
50% renda fixa
20% fundos cambiais (hedge em moeda estrangeira)
15% ações
15% fundos imobiliários

Observe que, de acordo com o perfil de risco, o volume destinado a cada tipo de investimento varia. E, independentemente da sua tolerância a riscos, a carteira de ações deve atender aos seus objetivos de rentabilidade.

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