Seja um AAI e conquiste sua LIBERDADE. Dependa apenas de si mesmo para se dar bem no mercado financeiro!

Sumário

Sucesso não é uma questão de sorte e, sim, de fazer boas escolhas. Então comece já a trilhar o seu caminho para o sucesso no mercado financeiro! Já pensou em ter liberdade total no mundo dos investimentos e ser dono de suas conquistas? 

Ao se tornar um Agente Autônomo de Investimentos, você garante autonomia na profissão, podendo atingir o padrão de vida que sempre quis. Chega de ficar bitolado em bater metas bancárias que nada agradam os clientes. Um autônomo não precisa disso. 

É um ganha-ganha fascinante entre a sua carreira e os seus clientes: você não depende de ninguém para atingir os seus objetivos, não tem limitações de ganhos, as opções de investimentos para apresentar aos clientes se multiplicam e, consequentemente, os investidores da sua rede de contatos se sentirão muito mais satisfeitos. 

Se você tem perfil empreendedor, gosta da ideia de não ter chefe e conhece a fundo o mercado financeiro, a carreira de Agente Autônomo de Investimentos é o seu futuro e a sua liberdade profissional!

Como se tornar um

Agente Autônomo

de Investimentos

Atuação de um Agente Autônomo de Investimentos

Como se tornar um Agente Autônomo de Investimentos?

Pessoa física x Pessoa Jurídica

Quais os custos de um AAI?

O que é “rebate” e como funciona a remuneração?

Qual o perfil ideal de um agente autônomo?

A rotina de um Agente Autônomo de Investimentos

O que a desbancarização tem a ver com os Agentes Autônomos de Investimentos?

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Atuação de um Agente Autônomo de Investimentos

Capítulo 01

O empreendedorismo vem sendo um dos grandes destaques da economia brasileira nos últimos anos, e várias atividades cresceram ao longo da crise que assolou o Brasil.

No mercado financeiro, especificamente, o crescimento da atuação dos Agentes Autônomos de Investimento (AAIs) revolucionou o segmento das corretoras. Mas, afinal, quem são esses profissionais e o que fazem.


Autorizado a operar pela Comissão de Valores Mobiliários, os Agentes Autônomos de Investimentos atuam como um elo entre os investidores e os produtos financeiros das corretoras.

Os fins da atividade de um agente autônomo são exclusivamente comerciais. Portanto, eles têm a função de apresentar o mercado financeiro aos investidores, tirar dúvidas, explicar as principais características dos produtos, cadastrar clientes, receber ordens e transmiti-las para os sistemas de negociação das corretoras.


Então, se uma pessoa física quiser saber mais sobre como investir em Renda Fixa, Ações, Fundos, Previdência Privada , um agente autônomo de investimentos é o grande responsável por apresentar e esmiuçar os produtos de uma corretora para os eventuais novos clientes, que eles efetuem a compra de algum produto oferecido na plataforma.


A lógica de um marketplace  em um sistema de e-commerce pode ser uma boa alusão ao ambiente em que os agentes autônomos são inseridos no mercado. Funciona da seguinte forma: uma grande empresa disponibiliza sua plataforma online de vendas para outras menores, que não possuem o know-how tecnológico, usarem e venderem seus produtos em uma estrutura confiável, e sem custos maiores.


Em cada venda, há uma comissão e o dinheiro é repartido. Na relação da corretora com o autônomo, a ideia é exatamente essa. O profissional utiliza a plataforma da instituição financeira para acessar os produtos e, assim, ter a permissão de operar no sistema, recebendo dos clientes as ordens de aquisição de produtos.


O agente autônomo pode, se quiser, vincular-se a várias corretoras. No entanto, quando se trata de produtos de renda variável (ações na Bolsa de Valores, câmbio e derivativos), o autônomo tem que estar conectado exclusivamente a uma única instituição.

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Não confunda!

Como se tornar um

Agente Autônomo
de Investimentos

Dependa apenas de si mesmo para se dar bem no mercado financeiro!

Atuação de um Agente Autônomo de Investimentos

É importante frisar que o autônomo não é um gestor de carteira, ele precisa ter a autorização do cliente para executar e transmitir a contratação de um determinado investimento.

O agente autônomo é um meio termo entre gerentes, private bankers, family offices e a área de wealth management dos grandes bancos. Diferentemente desses outros profissionais, que prezam por assessoria e recomendação completas de investimentos, o agente autônomo, apesar de também atuar próximo do cliente, segundo a CVM, só pode executar as ordens dos clientes quanto à contratação dos produtos.


Não cabe ao autônomo dizer ao cliente se um produto é bom ou ruim, mas, sim, apresentar as opções disponíveis no mercado.

Por e-mail ou por telefone, o cliente fala que quer contratar um produto depois de o agente autônomo apresentá-los. Mesmo tendo essa relação próxima, o cliente não pode pagar nada ao agente autônomo. Essa prática é proibida, de acordo com as normas da CVM. O pagamento do agente autônomo é repassado somente via corretora, que recebe os recursos dos investidores.

Capítulo 02

Como se tornar um Agente Autônomo de Investimentos?

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Como se tornar um Agente Autônomo de Investimentos?

Para se tornar um agente autônomo de investimentos é necessário passar por uma prova de certificação realizada pela Associação Nacional de Corretoras e Distribuidores (Ancord), entidade responsável por certificar os agentes autônomos e regulamentar esse ofício do mercado financeiro. Para se inscrever, basta acessar o site e acompanhar o processo

O exame, que serve para avaliar a técnica e o conhecimento dos candidatos, inclui 80 questões de múltipla escolha, com 15 módulos, testando a aptidão no mercado financeiro e, especificamente, como agente autônomo. 

A prova é distribuída e elaborada pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Atualmente, o processo é feito por computador, porém, o candidato deve comparecer ao local indicado para fazer o exame. Mas não se preocupe! Você não terá que fazer longas viagens para as grandes capitais. Segundo a Ancord, mais de 160 cidades espalhadas por todos os estados do Brasil oferecem a prova. 

A aprovação depende do acerto de pelo menos 70% das questões. Ou seja, a nota de corte para se tornar um agente autônomo é 56. No entanto, você dever ter pelo menos 50% de acertos nos Itens I, II, III, VIII e XV. Acertando esse número de questões, você já pode comemorar e estará habilitado pela Ancord!

Como já dito, as 80 questões estão espalhadas em 15 categorias. Conheça cada uma delas e quantas questões tem cada módulo. Caso queira saber todos os tópicos de cada categoria para estudar mais a fundo, acesse o regulamento da prova da Ancord.

Como é a prova? Saiba o que cai no exame!

I – A Atividade do Agente Autônomo de Investimento
  Questões: 8
  Quantidade mínima exigida de acertos: 4

II – Código de Conduta do Agente Autônomo de Investimento
  Questões: 4
  Quantidade mínima exigida de acertos: 2


III – Lei nº 9.613/98; Circular BACEN 3461/09; 3654/13; Instrução CVM nº 301/99
  Questões: 4
  Quantidade mínima exigida de acertos: 2

IV – Economia 
  Questões: 2
  Quantidade mínima exigida de acertos: não há

V – Sistema Financeiro Nacional 
  Questões: 3  
  Quantidade mínima exigida de acertos: não há

VI – Instituições e Intermediadores Financeiros 
  Questões: 3
  Quantidade mínima exigida de acertos: não há

VII – Administração de Risco 
  Questões: 4
  Quantidade mínima exigida de acertos: não há

VIII – Mercado de Capitais – Produtos – Modalidades          Operacionais - Liquidação 
  Questões: 20  
  Quantidade mínima exigida de acertos: 10

IX – Fundos de Investimentos 
  Questões: 4
  Quantidade mínima exigida de acertos: não há

X – Outros Fundos de Investimento Regulados 
pela 
Comissão de Valores Mobiliários-CVM 
  Questões: 2
  Quantidade mínima exigida de acertos: não há

XI – Securitização de Recebíveis 
  Questões: 1
  Quantidade mínima exigida de acertos: não há

XII – Clubes de Investimentos 
  Questões: 2
  Quantidade mínima exigida de acertos: não há

XIII – Matemática Financeira – Conceitos Básicos 
  Questões: 4  
  Quantidade mínima exigida de acertos: não há


XIV – Mercado Financeiro – Outros produtos não classificados como valores mobiliários – Modalidades - Operacionais – Liquidação 
  Questões: 7
  Quantidade mínima exigida de acertos: não há

XV – Mercados Derivativos – Produtos – Modalidades Operacionais – Liquidação 
  Questões: 12
  Quantidade mínima exigida de acertos: 6

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Capítulo 04

Quais os custos de um AAI?

Quais os custos de um AAI?

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Capítulo 05

O que é "rebate" e como funciona a remuneração?

Quem pensa em entrar na área precisa saber que não terá um salário fixo e que, construir uma carteira de clientes robusta, demanda muito suor e muita resiliência.

A remuneração dos agentes autônomos funciona sempre baseada em uma palavrinha específica desse nicho do mercado financeiro: “rebate”. Esse termo significa o percentual acordado por cada corretora em relação aos escritórios de agentes autônomos.

O que é “rebate” e como funciona a remuneração?

Capítulo 06

Qual o perfil ideal de um agente autônomo?

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Qual o perfil ideal de um agente autônomo?

O perfil ideal de quem procura uma carreira de agente autônomo é aquele em que a vontade de empreender e a experiência acabam sendo os principais fatores de entrada nesse mercado.

Em linhas gerais, gerentes e private bankers são pessoas que têm boas chances de virar agentes autônomos. Eles têm mais facilidade por conhecerem a fundo o mercado financeiro e, também, podem trazer sua carteira de clientes para as novas plataformas de investimento.


Além disso, é preciso ser bastante comunicativo e entender que a boa relação com os clientes é primordial.


Se você conhece a fundo seus investidores, sabe todas as características dos produtos e as explica em linguagem adequada a cada tipo de cliente, a chance de essa ser a sua vocação é grande.

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Capítulo 07

A rotina de um Agente Autônomo de Investimentos

A rotina de um Agente Autônomo de Investimentos

O dia a dia de um agente autônomo envolve fazer ligações de primeiro contato, nas quais ele se apresenta e tenta prospectar novos clientes.

Ele também marca reuniões com esses clientes para discutir os seus investimentos e mostrar outros produtos para que possam escolher e compor a carteira.


Os dias são divididos, basicamente, em ligações, reuniões e cuidados com os clientes que já fazem parte de sua carteira.


Tem que ter disponibilidade para analisar diariamente a carteira dos clientes, quais prazos estão vencendo, se haverá reaplicação e ouvir qualquer problema que os clientes possam enfrentar no processo.

Capítulo 08

O que a desbancarização tem a ver com os Agentes Autônomos de Investimentos?

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O que a desbancarização tem a ver com os Agentes Autônomos de Investimentos?

A desbancarização é um movimento que começou nos Estados Unidos e na Europa com a descentralização das instituições financeiras. Ou seja, surgiram empresas de médio e pequenos portes que deram fluidez ao mercado dos EUA, por exemplo, que contabiliza atualmente mais de quatro mil bancos.

No Brasil, pelo menos cinco instituições reinam absolutas no controle do sistema bancário. E por que isso está começando a mudar por aqui? Por que mais corretoras e fintechs estão surgindo? A resposta pode estar na própria buscar dos brasileiros por serviços melhores.

Como um movimento contrário à concentração bancária, o verbo desbancarizar está cada vez mais conhecido no Brasil por causa do crescimento de instituições financeiras independentes que vêm oferecendo condições mais atrativas aos investidores, tanto pela diversidade de investimentos quanto pela qualidade.

E isso está intrinsicamente relacionado à atuação crescente dos agentes autônomos, que chegam para acompanhar esse movimento avassalador de desbancarização e atendimento a consumidores cansados com o serviço muitas vezes precário oferecido pelos bancos.

Não à toa, os cinco principais bancos do Brasil estão no Top 20 das empresas que mais receberam reclamações no último ranking divulgado pelo Procon, conforme tabela abaixo.

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O que é preciso para fazer a prova?

Segundo o site da Ancord, são necessários os seguintes requisitos:

  • Ensino médio completo, sem necessidade de curso superior;

  • Não ter antecedentes criminais;

  • Encontrar-se em pleno exercício dos direitos civis, ou seja, sem nenhum processo que impeça o candidato de atuar no mercado financeiro;

  • Pagar R$ 460 pela inscrição no exame.

E depois da aprovação?

Após ser aprovado no teste, a recomendação é de que o agente autônomo abra uma empresa para se tornar Pessoa Jurídica e poder exercer a profissão com as próprias pernas.


Tendo o CNPJ, é necessário fazer o credenciamento da empresa na Ancord, que também já faz a aprovação do agente com a CVM para os pleiteantes começarem a atuar no mercado.


Depois desse processo, já é possível se conectar a uma plataforma de investimentos e atender clientes atuando como um agente autônomo.


O processo, desde a aprovação na prova até a vinculação a uma corretora, dura, em média, dois meses. Claro que a aprovação na prova depende do estudo e da capacitação de cada um, podendo demorar mais.


Na corretora, são, no máximo, quatro etapas para começar a exercer:

  1. Diligência 
    O agente entrega a documentação e os seus dados passam por uma análise da equipe de compliance da corretora para verificar se ele está apto a exercer a profissão no mercado. 


    Algumas plataformas fazem um processo de seleção para verificar se há compatibilidade com o perfil profissional. 

  2. Contrato 
    Após a aprovação da corretora, é celebrado um contrato para o início das atividades.


  3. Acesso à plataforma de renda variável
    O agente autônomo que quiser distribuir produtos de renda variável terá que ser exclusivo e se cadastrar em uma plataforma específica de compra e venda de ativos na Bolsa disponibilizada pela própria corretora.


  4. Liberação dos acessos
    A plataforma de investimentos é totalmente liberada para os agentes autônomos começarem os seus trabalhos.

Outros custos básicos de um Agente Autônomo de Investimentos

Para que se tenha a ordem de compra do cliente gravada, é necessário contratar um gravador backup de e-mail e de telefone, variando o custo mensal dependendo dos serviços contratados.


Se o agente autônomo optar por um espaço próprio de trabalho, deve considerar os custos de aluguel de um escritório comercial, com mesas e cadeiras para receber clientes e bons computadores para operar, tranquilamente, a plataforma da corretora. Mas há outra forma cada vez mais usada pelas corretoras: as incubadoras.


Ou seja, um agente autônomo ou um escritório formado por agentes autônomos podem utilizar, além da plataforma de investimentos da corretora, o espaço da empresa, diminuindo os custos de operação dos agentes, que, assim, não precisam gastar com a estrutura de um espaço próprio.


Para isso, é feita uma seleção interna na corretora de possíveis parceiros interessados. Os agentes autônomos passam por uma avaliação e, se aprovados, são “incubados” na corretora.


Não há nenhum custo de infraestrutura para o agente ou escritório incubado. A corretora acaba arcando por apostar que eles levarão os produtos a cada vez mais investidores.


É uma forma de fomentar tanto o negócio dos agentes autônomos, que estão começando e precisam dessa estrutura, quanto da corretora, que pode ficar mais conhecida e crescer no mercado.

A remuneração é dividida em categorias, mas três se destacam: fundos de investimentos, produtos de renda fixa e renda variável.

Os agentes autônomos, que captarem recursos e executarem ordens para os clientes em fundos de investimentos, receberão esse “rebate”, isto é, um percentual da taxa de administração de um determinado fundo.


Se, por exemplo, a taxa de administração de um fundo hipotético for 2%, haverá um “rebate” pago ao agente autônomo em cima desse valor por esse profissional ter ajudado um cliente a colocar dinheiro nesse fundo.

 
Em produtos de renda fixa, como CDBs, LCIs, LCAs, títulos públicos e debêntures, a remuneração varia dependendo do percentual que o emissor definir com a corretora de valores. A partir disso, um “rebate” dos recursos da plataforma de investimentos é repassado aos agentes autônomos que captaram dinheiro dos clientes em títulos de renda fixa.

 
Nos produtos de renda variável, como as ações, o “rebate” é em cima da corretagem de cada operação na Bolsa. Então, o agente autônomo que executar uma ordem de compra ou venda de uma ação, por exemplo, receberá parte da corretagem que a corretora estipulou.

Entenda a remuneração por categorias

Entenda a remuneração por categorias

Um gestor que costumava atuar em um banco pode desbancarizar sua carreira para se tornar um Agente Autônomo de Investimentos, atendendo com mais atenção os clientes, oferecendo produtos melhores e, consequentemente, lucrando com esse novo interesse pelas plataformas independentes e enfrentando menos burocracias para atingir objetivos profissionais.

Capítulo 09

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Sobre a Genial Investimentos

A Genial é uma plataforma de investimentos renomada e negocia, além de fundos próprios, títulos dos mais conceituados emissores do mercado. A empresa incentiva o crescimento dos agentes autônomos, oferecendo toda a estrutura necessária para o negócio render. Entre em contato com a equipe B2B da Genial e faça parte do time de escritórios de AAIs!

Sobre a Genial Investimentos

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Sobre a Genial Investimentos

Capítulo 03

Pessoa física x Pessoa Jurídica

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Para se associar a uma grande corretora, no entanto, a prática de mercado é selecionar apenas aqueles agentes autônomos que atuem como Pessoa Jurídica .

A ideia das grandes plataformas de investimentos é separar o joio do trigo. Pela CVM, é considerado lícito uma pessoa física ser um agente autônomo vinculado a uma corretora.


Mas, geralmente, quem atua apenas como pessoa física utiliza a aprovação na Ancord para complementar sua renda e ter um trabalho secundário, às vezes até como hobby. E isso não é o que as grandes corretoras procuram. Elas necessitam de profissionais que queiram se estruturar e expandir seu negócio nesse ramo.


Por isso, a recomendação é abrir uma empresa para ter mais chances no mercado. Algumas instituições podem ajudar os agentes autônomos recém-aprovados em todo o processo de habilitação para exercer a profissão.

Os custos de um agente autônomo variam de acordo com a situação de cada um. Primeiramente, é preciso ter o gasto com a prova da Ancord, de R$ 460. Depois disso, quando o profissional é autorizado a exercer a profissão, há uma taxa trimestral cobrada pela CVM de R$ 634,63, para pessoas físicas, e R$ 1.269,25, para pessoas jurídicas, que atuem na área.
 
Agentes autônomos que estão como funcionários de um escritório podem ser pessoas físicas ou pessoas jurídicas inseridas no contrato social da organização. O que acontece nesses escritórios é que a empresa de agentes autônomos faz o pagamento único de R$ 1.269,25 e o pagamento de pessoa física, de R$ 634,63, é feito individualmente por cada colaborador.


Um agente autônomo que trabalha sozinho, por exemplo, deve pagar a taxa de pessoa física e a de pessoa jurídica, por ser o único funcionário de sua própria empresa.

Pessoa física x Pessoa Jurídica

“O trabalho em equipe é o combustível que leva pessoas comuns a atingir resultados descomunais”

Andrew Carnegie

“Teamwork is the fuel that allows common people to attain uncommon results”

A nossa satisfação para levar você ao mundo dos investimentos é enorme. Trabalhamos em conjunto alinhados a um único objetivo: proporcionar conteúdo didático sobre educação financeira a partir de uma experiência agradável de leitura. Adquirindo conhecimento, o seu dinheiro passa a ganhar vida e gera cada vez mais frutos!